Lei do abate combate ao tráfico de drogas pela PF e FAB (avião-radar R99 e caça A29 Super Tucano)
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Veja a aeronave-radar FAB R-99A, semelhante ao modelo R-99B que localizou destroços do Vôo 447 da Air France, e o caça A-29 Super Tucano em ação no combate ao crime organizado. Saiba detalhes sobre a Lei do Abate (Se um avião suspeito não pousar como a aeronáutica manda, os aviões da FAB podem derrubar o avião).
Conheça a sala secreta dos controladores de vôo, além de ver ação conjunta entre Aeronáutica e Polícia Federal no combate ao tráfico de drogas (substâncias ilícitas, entorpecentes) com o uso das aeronaves: Caça FAB A-29 (Embraer EMB-314 Super Tucano) e FAB R99A (Embraer EMB-145 AEW&C) com seu poderoso radar Erieye.
Reportagem exclusiva de Paulo Henrique Amorim, exibida no Domingo Espetacular em 16/09/2007 pela Rede Record.
Vídeo relacionado: http://www.youtube.com/watch?v=XgicKNMFkfk
Lei do abate pela 1ª vez Caça da FAB abre fogo e obriga avião de traficantes a pousar
FAB R99 (Embraer EMB-145 AEW&C), do inglês Airborne Early Warning and Control, é uma aeronave de Alerta Aéreo Antecipado e Controle, com capacidade autônoma de vigilância e controle aéreo. Concebido para atender aos requisitos operacionais da Força Aérea Brasileira (FAB), para uma aeronave de vigilância aérea, capaz de prover dados de inteligência sobre aeronaves voando a baixa altura, sobretudo na Amazônia brasileira, cumprindo missões em apoio ao SIVAM.
O principal sensor do R99 Alfa constitui-se no radar multimissão Ericsson PS-890 Erieye, de antena plana, do tipo varredura eletrônica ativa, caracterizado por não depender do movimento giratório de 360 graus da antena de busca, comum em outros radares de vigilância aerotransportados.
Os sensores e sistemas embarcados do R99 o torna capacitado em atuar numa vasta gama de missões, entre as quais: comando e controle; vigilância e controle de fronteiras; vigilância marítima; monitoramento de sinais de comunicações; coordenação de operações de busca e salvamento; vetoração de caças e gerenciamento do espaço aéreo. A uma altitude de 25.000 pés (7.620 metros), sua capacidade de varredura é superior a 350 km ao redor da aeronave, podendo visualizar até 300 tráfegos aéreos.
Sistemas e equipamentos:
* Radar Ericsson PS-890 Erieye (radar de vigilância e controle aéreo)
* SSR / IFF (radar secundário de identificação amigo-inimigo)
* ESM (sistema de medidas eletrônicas de apoio) (opcional)
* COMINT / ELINT (sensores de monitoramento de sinais de comunicações)
* Datalink (sistema de transmissão e recepção de dados seguro)
* RWR / chaff & flare (sistemas de autodefesa)
* Sistema de reabastecimento em vôo
FAB A-29 (Embraer EMB-314) Super Tucano é uma aeronave turboélice leve de ataque e treinamento avançado, que incorpora os últimos avanços em aviônicos e armamentos. Concebido para atender aos requisitos operacionais da Força Aérea Brasileira (FAB), para uma aeronave de ataque tático, capaz de operar na Amazônia brasileira em proveito do projeto SIPAM / SIVAM, e de treinador inicial para pilotos de caça.
Batismo de Fogo. Em 18 de janeiro de 2007, uma esquadrilha de Super Tucanos da Força Aérea Colombiana, fazendo uso de bombas Mk 82, atacou posições das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) em localidade de selva. Esta ação, que marca o batismo de fogo do Super Tucano, foi conduzida no modo CCIP (Continuously Computed Impact Point) ou Ponto de Impacto Continuamente Calculado, sendo relatado êxito na ação.
Operação Fênix. Na madrugada de 1º de março de 2008, aeronaves Super Tucano da Força Aérea Colombiana (adquiridos do Brasil), atacaram acampamento das FARC situado cerca de 2 km dentro do país vizinho Equador. Nesta operação, Forças Especiais colombianas infiltradas próximas do acampamento, iluminaram os alvos que os Super Tucanos deveriam atacar, sendo que os mesmos dispararam suas bombas cerca de 5 km da fronteira, em território colombiano. Para isso, os Super Tucanos foram armados com bombas guiadas por laser de procedência israelense, as quais destinavam conquistar a surpresa tática frente ao inimigo, sendo que o ataque final foi empreendido pelas Forças Especiais, em combate aproximado. A Operação Fênix teve consolidados todos os seus objetivos.


